O pior cego é o que não quer ver

Matéria retirada do jornal O Nerd.

Você sabe de onde vem a expressão “o pior cego é o que não quer ver”?

Significado: diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade.

Origem: em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que, assim que passou a enxergar, ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi parar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.

Era melhor encarar a realidade ou viver na ilusão do mundo que ele criou, enganando-se? Isso é que o que se pode chamar de escapismo! Está bem que o mundo é decepcionante, mas se esconder como os anões em A Última Batalha (As Crônicas de Nárnia), presos em suas mentes, é ainda mais triste.

As 10 senhas mais usadas na internet

O site ThreadWatch publicou uma lista com as 10 senhas mais usadas na internet. Confira a lista:

  1. password
  2. 123456
  3. qwerty
  4. abc123
  5. letmein
  6. monkey
  7. myspace1
  8. password1
  9. blink182
  10. (seu primeiro nome)

Na minha opinião, a mais interessante é “letmein” que, numa tradução livre, seria “deixe-me entrar”. É uma senha mágica, sabe? Tipo “com licença” ou “obrigado”. 😀

Diz aí se você não usa/usou uma dessas? Aposto que sim! hehe

Hymno Nacional

Depois de me horrorizar com o desfile de 7 de setembro do meu bairro, venho escrever sobre o Hino Nacional (?).

O hino brasileiro foi composto em 1822, por Franciso Manuel da Silva, mas só recebeu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada em 1922, ano do 100° aniversário da Independência, com várias modificações. Além disso, o poema já tinha sido escrito em 1909, o que significa que ficamos vários anos com um hino sem letra. Mas há muito mais coisa por se falar. Então, vou aproveitar o último dia da Semana da Pátria para postar algumas curiosidades.

Para começo de história, é bom frisar que o hino nacional nem sempre foi o que temos hoje. Certo, eu já falei das modificações no poema de Duque Estrada. Mas as mudanças não foram só estas. A primeira letra que tivemos foram de palavras que comemoravam a abdicação de D. Pedro I. Depois, mudou-se para uma da época da coroação de D. Pedro II. Após a proclamação da República, abriu-se um concurso para a composição do hino e quem venceu foi… Duque Estrada! Não, foi Leopoldo Miguez, mas coitado, não foi tão popular, então acabou ficando como Hino da Proclamação da República (vê só, ninguém sabe ele de cor. Você sabe? Eu pelo menos sei o refrão…). O poema de Osório agradou e ficou.

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