O futuro da TV

Junho 16, 2009

Imagem – junho, 2009 – semana 3

Dessa vez, duas fotos.

Pessoas assistindo à coroação da Rainha Elizabeth

Pessoas assistindo à coroação da Rainha Elizabeth

Astros e estrelas na sala da sua casa

Astros e estrelas na sala da sua casa


O site ThreadWatch publicou uma lista com as 10 senhas mais usadas na internet. Confira a lista:

  1. password
  2. 123456
  3. qwerty
  4. abc123
  5. letmein
  6. monkey
  7. myspace1
  8. password1
  9. blink182
  10. (seu primeiro nome)

Na minha opinião, a mais interessante é “letmein” que, numa tradução livre, seria “deixe-me entrar”. É uma senha mágica, sabe? Tipo “com licença” ou “obrigado”. :D

Diz aí se você não usa/usou uma dessas? Aposto que sim! hehe

Michelle Obama e a Rainha

Michelle Obama e a Rainha

É, ela tem personalidade.

Para ler todo o Novo Testamento em 30 dias é necessário que se leiam alguns capítulos por dia, ou até algumas pequenas epístolas. O plano de leitura está estesquematizado a seguir, com o que se deve ler em cada um desses 30 dias.

Ver o Plano de Leitura

Projeto 365

Dezembro 31, 2008

Olá, pessoas!

Antes que o ano acabe – o que nos resta apenas umas horas -, viemos eu e o Ron convidar os queridos leitores a um desafio para o próximo ano.

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Fim de Ano – 2008

Dezembro 29, 2008

Olá, leitores!

Depois de passar o Natal em branco por aqui, posto para não passá-lo em branco (?). Deixo uns presentes para vocês – eu mesma que fiz! – como forma de agradecimento às quase 700 visitas que recebi até hoje (foram 690, segundo minhas últimas estatísticas).

Espero que todos tenham tido um ótimo Natal! Um abençoado Ano Novo para todos vocês!

Confiram os presentes!

Hymno Nacional

Setembro 13, 2008

Depois de me horrorizar com o desfile de 7 de setembro do meu bairro, venho escrever sobre o Hino Nacional (?).

O hino brasileiro foi composto em 1822, por Franciso Manuel da Silva, mas só recebeu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada em 1922, ano do 100° aniversário da Independência, com várias modificações. Além disso, o poema já tinha sido escrito em 1909, o que significa que ficamos vários anos com um hino sem letra. Mas há muito mais coisa por se falar. Então, vou aproveitar o último dia da Semana da Pátria para postar algumas curiosidades.

Para começo de história, é bom frisar que o hino nacional nem sempre foi o que temos hoje. Certo, eu já falei das modificações no poema de Duque Estrada. Mas as mudanças não foram só estas. A primeira letra que tivemos foram de palavras que comemoravam a abdicação de D. Pedro I. Depois, mudou-se para uma da época da coroação de D. Pedro II. Após a proclamação da República, abriu-se um concurso para a composição do hino e quem venceu foi… Duque Estrada! Não, foi Leopoldo Miguez, mas coitado, não foi tão popular, então acabou ficando como Hino da Proclamação da República (vê só, ninguém sabe ele de cor. Você sabe? Eu pelo menos sei o refrão…). O poema de Osório agradou e ficou.

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God Bless America!

Setembro 11, 2008

O título não poderia ser mais sugestivo e eu não poderia deixar de falar no assunto. Mas eu não vou escrever sobre especulações acerca do 11 de setembro de 2001. Sobre isso, muito já foi falado. O documentário Fahrenheit 9/11 está aí para isso. E o que dizer de que, dias depois, saiam notícias de um possível ataque ao Brasil (e eu fiquei pensando que os terroristas não teriam dificuldade em burlar nossa segurança, mas sim em achar o que derrubar…)? O ataque às Torres Gêmeas pode ter as mais variadas causas, mas o mais importante hoje, sete anos depois, é pensar nas conseqüências.

É pensando nas conseqüências que trago três textos muito bons sobre o assunto. Primeiro, “O ataque foi contra Deus”, de Ricardo Gondim, fala sobre o que mudou quanto à religiosidade depois dos ataques. Segundo, o sermão pregado pelo pastor da Times Square, cinco dias após os atentados – é de assustar a atualidade deste texto! Parece mesmo ter sido escrito hoje. E por último, “A utopia das utopias” – sobre esse eu não vou comentar, deixo que descubram sozinhos. Todos os textos foram retirados da Revista Ultimato.

Pode ser estranho, mas esses textos enfocarão o perdão. Em sua coluna na revista Época, o filósofo Olavo de Carvalho chama de “fariseus, santarrões e terroristas de batina” aqueles que fazem apologia de um possível perdão americano aos responsáveis pelo ataque terrorista do dia 11 de setembro (Época, 1/10/2001, p. 111). Idealista, eu? Vejamos:

O perdão pode ser injusto — e ele é, por definição —, mas pelo menos fornece um meio de parar com o carro da dedicação cega da retribuição.

A história mostra que a graça tem o seu próprio poder. Grandes líderes como Lincoln, Gandhi, King, Rabin e Sadat me vêm à mente; todos eles pagaram o preço máximo por desafiar a lei da não-graça e podem ajudar a criar um clima nacional que conduza à reconciliação.

Como seria diferente a história moderna se Sadat e não Saddan governasse o Iraque. Ou se um Lincoln surgisse das ruínas da Iugoslávia.

É esperar demais que os elevados ideais éticos do evangelho — no qual o perdão se encontra no âmago — sejam transportados para o mundo brutal da política e diplomacia internacional? Neste mundo, que chance tem uma coisa tão etérea como o perdão?

Divorciado do perdão, o monstruoso passado pode despertar a qualquer momento da hibernação para devorar o presente. E também o futuro.

- Philip Yancey, editor da Christianity Today, a mais respeitada revista evangélica dos EUA e autor de vários livros, publicados também no Brasil. Do capítulo “Acerto de Contas” de seu Maravilhosa Graça (pp. 113-125).

Jogar comida para pessoas que você está bombardeando é como colocar um band-aid numa grande ferida que você mesmo abriu.

- Sara Roy, do Centro de Estudos do Oriente Médio da Universidade de Harvard, em entrevista à Folha de São Paulo de 9/10/2001.

Jogar coisas do céu é mais uma jogada de marketing do que um esforço bem preparado de auxílio.

- Porta-voz da Oxfam, uma das maiores agências humanitárias do mundo.

Agora, deixo a vocês os textos. Boa leitura e comentem!

Textos 11 de Setembro >>

“Olá, mundo!” é o título de todo primeiro post – criado automaticamente – de qualquer blog no WordPress, como este que vocês lêem agora. Já o “enquando ainda há mundo” é o que mais caracteriza o que vou escrever.

Estava pensando em postar algo TOTALMENTE diferente, quando vi um tópico novo em uma das minhas comunidades. Pois bem, amanhã (dia 10 de setembro de 2008 – véspera dos 7 anos de atentado às Torres Gêmeas) entrará em funcionamento a maior máquina já construída em todos os tempos (!): o LHC (Large Hadron Collider, ou Grande Colisor de Hádrons, físicos e sua mania de siglas…). O LHC é uma poderosa engenhoca que acelera partículas até a velocidade de 99,99997% da velocidade da luz. As partículas que serão usadas chamam-se “hádrons” (são, nesse caso, prótons). Os hádrons serão acelerados e levados a colisão. Tudo isso se passará em um túnel subterrâneo entre a França e a Suíça, próximos à CERN (Organização Européia para Pesquisa Nuclear – sigla em francês), envolvendo a temperatura absurda de -271,25ºC.

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