Eu estou lendo o novo livro de Russel Moore, chamado “Temped and Tried: Temptation and the Triumph of Christ” (Tentado e Provado: Tentação e o Triunfo de Cristo, em tradução livre) e uma citação apareceu no livro – na verdade, uma pergunta -, a qual teve o brutal efeito espiritual de me acertar direto na cabeça com uma 2×4. Como você percebe claramente pelo título, esse é um livro sobre tentação, as formas que ela pode ter em sua vida, e o triunfo de Cristo sobre ela.
No segundo capítulo, Moore escreve sobre os poderes demoníacos e diz que, enquanto a tentação está acontecendo, você está sendo observado – você está sempre sendo observado. Os poderes espirituais por aí têm uma longa experiência observando humanos e são muito eficientes em personalizar um plano de tentação que perfeitamente se encaixa na forma como seus desejos operam – seus desejos particulares. Você será tentado de um modo diferente que eu; eu serei tentado de um modo diferente que minha esposa; ela será tentada de um modo diferente que Jesus foi tentado.
Então, como sabemos a maneira pela qual nós somos tentados? Aqui vai um bom jeito:
Imagine que você pudesse fazer qualquer coisa, que você pudesse fazê-la exatamente da forma que deseja e que poderia voltar no tempo, como se ela nunca tivesse acontecido – sem consequências para sua vida, seu trabalho, sua família, ou no Dia do Juízo Final. O que você escolheria fazer? Seja o que for que surja na sua mente, ele é um bom sinal de onde seus desejos estão sendo cultivados.
E vale a pena refletir sobre isso hoje (e todos os dias). O que você faria se soubesse que seria totalmente livre de consequências? Que pecado você cometeria? Pode ser para aí onde Satanás e seus demônios estão tentando te atrair – até mesmo agora.


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